Por Marco Anônio Messere Gonçalves

Este mês tradicionalmente marca a retomada do ritmo econômico após o Carnaval. Mas, além da agenda produtiva, com a Campanha do Fevereiro Laranja, de prevenção à leucemia (câncer do sangue e medula óssea) o mês também tem servido como alerta para um tema estrutural: o avanço das doenças graves no país, cujos números seguem em crescimento segundo dados amplamente divulgados pela imprensa.

Essa realidade não é apenas de saúde. É financeira.

O Câncer é apenas um exemplo de doença grave que impacta diretamente a renda, a estabilidade familiar e o planejamento de longo prazo. O afastamento do trabalho, os custos indiretos do tratamento, despesas não cobertas por planos de saúde e a necessidade de reorganização da rotina doméstica pressionam o orçamento em um momento de elevada vulnerabilidade emocional.

É nesse ponto que o seguro de vida assume função mais estratégica.

O produto evoluiu. Deixou de ser apenas proteção por morte e passou a incorporar coberturas para doenças graves, invalidez e antecipação de capital em vida. Isso significa que o segurado pode acessar recursos justamente no momento em que mais precisa, preservando patrimônio e garantindo liquidez imediata.
Infelizmente, doenças graves são eventos cada vez menos raros; são probabilidades estatísticas crescentes em uma população que tem cada vez mais longevidade.

Planejamento financeiro responsável não se limita à formação de reservas. Inclui mecanismos de proteção capazes de sustentar a continuidade da renda e da dignidade familiar diante do imprevisto.

Fevereiro pode marcar o início efetivo do ano no pós férias e pós Carnaval. Mas também pode ser o momento de revisar prioridades. Em um cenário de aumento das doenças graves, o seguro de vida deixa de ser acessório e passa a ocupar posição central na estratégia de proteção familiar.

Prevenir financeiramente é um ato de responsabilidade.