Participar do programa Profissionais de Seguro, na semana passada foi, para mim, mais do que uma entrevista. Foi um momento de reflexão sobre tudo o que vivi e continuo vivendo no mercado de seguros.

Ao longo da conversa, revisitei minha trajetória, que começou ainda em 1979, e percebi o quanto o setor evoluiu em termos de tamanho, mas também o quanto ainda temos a desenvolver em termos de cultura e consciência sobre o papel do seguro na sociedade.

Hoje, tenho cada vez mais convicção de que o seguro não é apenas um produto. Ele é um instrumento de proteção social, de continuidade dos negócios e de preservação de famílias. E isso ainda precisa ser melhor compreendido no Brasil.

Um dos pontos que mais me marcou na conversa foi reforçar uma visão que carrego há anos: o mercado cresceu, mas ainda não se desenvolveu plenamente. Temos espaço para avançar, principalmente quando pensamos em inclusão securitária e na criação de soluções mais acessíveis à população.

Também falamos sobre como eventos recentes, como a pandemia, aceleraram a conscientização sobre a importância do seguro de vida. Muitas pessoas passaram a enxergar o valor da proteção, ainda que por um motivo difícil. Isso mudou o mercado, e continuará moldando seu futuro.

Outro aspecto fundamental é o papel do corretor de seguros. Sempre defendi que é ele quem leva o seguro até a sociedade. Sem distribuição, não há escala. Sem escala, não há desenvolvimento. O corretor continua sendo peça central nesse processo.

Saí do programa com a certeza de que estamos diante de um momento de transformação. Novas tecnologias, mudanças no comportamento das pessoas e um novo ambiente regulatório estão redesenhando o setor. E isso abre oportunidades para quem estiver preparado.

Por fim, deixo uma reflexão que compartilhei durante a conversa:
“Inspiração é importante, mas o que constrói resultados de verdade é a transpiração”. Pode até não ser de minha autoria, mas é a pura verdade!

O mercado de seguros ainda tem muito a entregar ao Brasil. E nós temos a responsabilidade de fazer isso acontecer.

Veja esse bate papo na íntegra: